A espécie ocorre no Brasil e Paraguai (Cano et al., 2013). No Brasil, apresenta distribuição: no estado do Paraná — nos municípios Cerro Azul, Francisco Beltrão, Pato Branco e Santa Maria do Oeste —, no estado do Rio Grande do Sul — nos municípios Bagé, Bom Jesus, Caçapava do Sul, Cachoeira do Sul, Canela, Caxias do Sul, Farroupilha, Jaquirana, Nonoai, Nova Petrópolis, Porto Alegre, São Martinho da Serra, Taquari, Torres e Vacaria —, e no estado de Santa Catarina — no município Araranguá.
Trithrinax brasiliensis é uma palmeira que ocorre na região sul do Brasil. Possui distribuição na Mata Atlântica e nos Pampas (Campos Sulinos), em diferentes fitofisionomias. Apresenta extenso EOO= 222030km², constante presença em herbários, inclusive com coletas recentes, e ocorrência confirmada dentro dos limites de Unidades de Conservação de Proteção Integral. Apesar o AOO encontrar-se dentro do limite para aplicação do critério B2, não foram encontrados evidências de ameaças que comprometam a distribuição da espécie na natureza. Adicionalmente, não existem dados sobre tendências populacionais que atestem para potenciais reduções no número de indivíduos maduros, além de não serem descritos usos potenciais ou efetivos que comprometam sua perpetuação na natureza. A espécie foi avaliada anteriormente como Quase ameaça, contudo novas informações sobre sua distribuição foram incorporadas, possibilitando maior acurácia sobre suas ocorrência. Assim, T. brasiliensis foi considerada como de Menor Preocupação (LC), demandando ações de pesquisa (distribuição, tendências e números populacionais) a fim de ampliar o conhecimento disponível e garantir sua sobrevivência na natureza.
| Ano da valiação | Categoria |
|---|---|
| 2012 | NT |
Descrita em: Hist. Nat. Palm. 2: 150, 1823. Pode ser diferenciada de T. acanthocoma através das folhas verde-grisáceas (verde-escuras em T. acanthocoma), com segmentos longo bifurcados, 22–35 cm a partir do ápice (curto bifurcados, 6–16 cm em T. acanthocoma), ápice não pungente e flexível (ápice pungente e rígido em T. acanthocoma), espinhos das fibras da bainha pouco persistentes (longo persistentes em T. biflabellada) (Soares, 2020). Popularmente conhecido como buriti-palito (Soares, 2020) ou carandá (Sühs e Putzke, 2010).
| Ação | Situação |
|---|---|
| 5.1.2 National level | on going |
| A espécie ocorre no território de abrangência do Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul para a conservação da flora melhorar o estado de conservação das espécies ameaçadas e dos ecossistemas das lagoas da planície costeira do sul do Brasil (ICMBio, 2018). | |
Referências:
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| Ação | Situação |
|---|---|
| 5.1.2 National level | needed |
| A espécie ocorre em territórios que poderão ser contemplados por Planos de Ação Nacional (PAN) Territorial, no âmbito do projeto GEF Pró-Espécies - Todos Contra a Extinção: Território PAT Paraná-São Paulo - 19 (PR), Território PAT Planalto Sul - 24 (RS), Território Santa Maria - 25 (RS), Território PAT Campanha Sul-Serra do Sudeste - 27 (RS). | |
| Ação | Situação |
|---|---|
| 1.1 Site/area protection | on going |
| A espécie foi registrada nas seguintes Unidades de Conservação: Parque Estadual de Itapeva, Parque Estadual do Ibitiriá e Parque Estadual Vitório Piassa. | |
| Ação | Situação |
|---|---|
| 5.1.3 Sub-national level | on going |
| A espécie foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR)[A4acd] na lista oficial das espécies da flora ameaçadas de extinção no Estado do Rio Grande do Sul (Rio Grande do Sul, 2014). | |
Referências:
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| Uso | Proveniência | Recurso |
|---|---|---|
| 17. Unknown | ||
| Não existem dados sobre usos efetivos ou potenciais. | ||