A espécie ocorre nos biomas Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, exclusivamente no Estado da Bahia (Forzza et al., 2011). Segundo Tardivo (2002) a espécie ocorre na Bahia, na Chapada Diamantina, Lençois, Morro do Pai Inácio.
<i>Tillandsia heubergeri</i> é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no Estado da Bahia. Especialistas sugerem que esteja restrita à Chapada Diamantina, tendo EOO de 8.578,21 km². Foram identificadas cinco situações de ameaça distintas. A espécie ocorre em afloramentos rochosos inseridos em remanescentes de Floresta Ombrófila Densa e Caatinga e está sujeita ao declínio contínuo da qualidade de hábitat, devido à incidência de incêndios, gramíneas invasoras e pastoreio. A região sofre com a perda e fragmentação de hábitat. Se a distribuição for confirmada apenas para a localidade do Morro do Chapéu, a espécie deve ser reavaliada em função de um aumento no seu risco de extinção. <i>T. heubergeri </i>foi avaliada como "Vulnerável" (VU).
A espécie foi descrita em 1996 por Ehlers. No estado vegetativo a planta se assemelha a T. sprengeliana e T. roseiflora. Difere destas, no entanto, pela inflorescência simples e a bráctea floral não carenada (Tardivo, 2002).
| Ação | Situação |
|---|---|
| 1.2.1.2 National level | on going |
| A espécie foi considerada "Deficiente de Dados" (DD) no Anexo II da Instrução Normativa nº6, de 23 de setembro de 2008 (MMA 2008). | |