Tainan Messina; Miguel d'Avila de Moraes. 2012. Mimosa exalbescens (FABACEAE). Lista Vermelha da Flora Brasileira: Centro Nacional de Conservação da Flora/ Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
A espécie é endêmica do Brasil, ocorrendo nos Estados do Maranhão, Bahia e Minas Gerais (Dutra; Morim, 2012).
Existe a possibilidade de que <i>M. exalbescens</i> possa ser considerada como uma forma local de <i>M. hexandra. </i>Além disso não há informações suficientes para a avaliação do risco de extinção da espécie. Recomeda-se estudos taxonômicos e populacionais da espécie.
A espécie é popularmente conhecida como "alagadiço" no Maranhão. Na Bahia, este nome é usado para designar áreas brejosas que secam na estação seca, ambiente semelhante ao que esta espécie ocorre (Queiroz, 2009). Queiroz (2009) sugere a possibilidade de que M. exalbescens possa ser considerada como uma forma local de M. hexandra, devido as variações apresentadas pelo fruto em sua extensão de ocorrência.
| Estresse | Ameaça | Declínio | Tempo | Incidência | Severidade |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 Habitat Loss/Degradation (human induced) | |||||
| A Caatinga é uma das maiores e mais distintas regiões brasileiras (Ferri, 1980 apud Castelleti et al., 2005). Ela compreende uma área aproximada de 800.000 km², representando 70% da região Nordeste e 11% do território nacional (Bucher, 1982 apud Castelleti et al., 2005). Utilizando somente as informações do IBGE (1993), estimou-se que a cobertura por atividades agrícolas na região é de 201.786 km². Esta área modificada se estende por praticamente toda a Caatinga. Adicionando a área de impacto das estradas à área estimada pelo IBGE e considerando a largura do impacto de antropização causado pelas estradas de 1 a 10 km, estima-se que as áreas alteradas da Caatinga variam de 223.100 km² (30,38%) a 379.565 km² (51,68%). Independente da estimativa adotada, uma importante parcela da área da Caatinga foi bastante modificada pelas atividades humanas. Algumas dessas áreas, previamente ocupadas pela agricultura, possuem grande risco de desertificação, exigindo ações urgentes de restauração da vegetação original (Castelleti et al., 2005). | |||||
| Ação | Situação |
|---|---|
| 1.2.1.3 Sub-national level | |
| Considerada "Vulnerável" (VU) pela Lista de Espécies Ameaçadas de Minas Gerais (COPAM-MG, 1997). | |