Fabaceae

Mimosa caesalpiniifolia Benth.

Como citar:

Eduardo Amorim; Lucas Jordão. 2021. Mimosa caesalpiniifolia (Fabaceae). Lista Vermelha da Flora Brasileira: Centro Nacional de Conservação da Flora/ Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

LC

EOO:

6.975.754,079 Km2

AOO:

1.484,00 Km2

Endêmica do Brasil:

Sim

Detalhes:

Espécie endêmica do Brasil (Dutra et al., 2020), com distribuição: no estado de Alagoas — nos municípios Barra de Santo Antônio, Maceió, Murici, Novo Lino, Pilar, Quebrangulo, Teotônio Vilela e Viçosa —, no estado do Amazonas — nos municípios Itacoatiara, Manaus, Presidente Figueredo e Uarini —, no estado da Bahia — nos municípios Alagoinhas, Aramari, Bahia, Canavieiras, Entre Rios, Esplanada, Feira de Santana, Ilhéus, Itaberaba, Jequié, Juazeiro, Morro do Chapéu, Porto Seguro, Salvador, Sento Sé, Simões Filho, Sobradinho e Wagner —, no estado do Ceará — nos municípios Acarape, Aiuaba, Aurora, Barbalha, Capistrano, Caridade, Caririaçu, Caucaia, Ceará, Chaval, Crateús, Cratéus, Crato, Farias Brito, Fortaleza, Frecheirinha, General Sampaio, Graça, Guaramiranga, Hidrolândia, Igatu, Iguatu, Irauçuba, Itaiçaba, Jaguaretama, Juazeiro do Norte, Lavras da Mangabeira, Limoeiro do Norte, Meruoca, Missão Velha, Morada Nova, Mulungu, Pacatuba, Pacujá, Palmácia, Pedra Branca, Pentecoste, Quixadá, Quixeramobim, Quixeré, Santa Quitéria, São Gonçalo do Amarante, Senador Pompeu, Sobral, Solonópole, Tauá, Tianguá, Tururu e Ubajara —, no Distrito Federal — no município Brasília —, no estado do Espírito Santo — nos municípios Cachoeiro de Itapemirim, Conceição da Barra, Guarapari, Ibiraçu, Linhares e Serra —, no estado de Goiás — nos municípios Colinas do Sul, Edéia e Santa Cruz de Goiás —, no estado do Maranhão — nos municípios Alcântara, Aldeias Altas, Alto Alegre do Maranhão, Anajatuba, Arari, Buriti Bravo, Caxias, Chapadinha, Codó, Coroatá, Dom Pedro, Fortuna, Imperatriz, Mata Roma, Mirador, Palmeirândia, Parnarama, Sambaíba, Santa Inês, Santa Luzia, São Bento, São Francisco do Maranhão, São José de Ribamar, São Luís, São Mateus do Maranhão, São Raimundo das Mangabeiras, Sucupira do Norte, Timon e Vargem Grande —, no estado do Mato Grosso — nos municípios Alta Floresta, Cáceres, Pedra Preta, Tangara da Serra e Tangará da Serra —, no estado do Mato Grosso do Sul — nos municípios Campo Grande, Miranda e Selvíria —, no estado de Minas Gerais — nos municípios Araçuaí, Bambuí, Barroso, Belo Horizonte, Carangola, Corinto, Jaboticatubas, Joaquim Felício, Lavras, Ribeirão das Neves, Rio Casca, Santa Cruz de Minas, São José do Goiabal, Uberlândia e Viçosa —, no estado do Pará — nos municípios Belém, Belterra, Castanhal, Jacareacanga, Marabá, Marituba e Salinópolis —, Paráíba — nos municípios Bananeiras, Cabedelo, Campina Grande, Conde, João Pessoa, Mataraca, Pedro Régis, Pilões, Pitimbu, Remígio, Solânea e Sousa —, no estado do Paraná — nos municípios Marilena, Maringá e Moreira Sales —, no estado de Pernambuco — nos municípios Abreu e Lima, Belém de São Francisco, Belo Jardim, Bonito, Brejão, Carpina, Caruaru, Caruarú, Igarassu, Itambé, Lagoa dos Gatos, Maraial, Moreilândia, Olinda, Ouricuri, Recife, Surubim e Timbaúba —, no estado do Piauí — nos municípios Altos, Amarante, Antônio Almeida, Bom Princípio do Piauí, Brasileira, Buriti dos Lopes, Cabeceiras do Piauí, Campo Maior, Castelo do Piauí, Caxingó, Cocal, Colônia do Piauí, Esperantina, Ilha Grande, Jatobá do Piauí, José de Freitas, Luis Correia, Luís Correia, Monsenhor Gil, Nazaré do Piauí, Oeiras, Parnaíba, Piracuruca, São Miguel do Fidalgo, Sigefredo Pacheco, Teresina, União e Uruçuí —, no estado do Rio de Janeiro — nos municípios Armação dos Búzios, Duque de Caxias, Itaguaí, Magé, Maricá, Miguel Pereira, Niterói, Resende, Rio de Janeiro, São Francisco de Itabapoana, São Gonçalo, São José de Ubá, Seropédica, Tanguá e Três Rios —, no estado do Rio Grande do Norte — nos municípios Baraúna, Goianinha, João Câmara, Macaíba, Marcelino Vieira, Mossoró, Natal, Nisia Floresta, Nísia Floresta, Parnamirim, São Miguel do Gostoso e Tibau do Sul —, no estado de Rondônia — no município Porto Velho —, no estado de Roraima — no município Cantá —, no estado de Santa Catarina — nos municípios Canelinha, Florianópolis, Garopaba, Governador Celso Ramos, Itajaí, Joinville e Penha —, no estado de São Paulo — nos municípios Atibaia, Bragança Paulista, Campinas, Ilha Bela, Itatinga, Juquitiba, Nova Europa, Piracicaba, São José do Barreiro e São Paulo —, no estado de Sergipe — nos municípios Arauá, Areia Branca, Canindé de São Francisco, Capela, Carmópolis, Estância, Japaratuba, Pirambu, Poço Redondo, Porto da Folha e São Cristóvão —, e no estado do Tocantins — nos municípios Buriti do Tocantins e Palmas.

Avaliação de risco:

Ano de avaliação: 2021
Avaliador: Eduardo Amorim
Revisor: Lucas Jordão
Categoria: LC
Justificativa:

Mimosa caesalpiniifolia é uma árvore ou arbusto, que ocorre na Caatinga, em diferentes fitofisionomias. Entretanto é uma amplamente cultivada pelo Brasil, tornando-se subspontânea em todos os Estados (Jordão et al., 2018). Apresenta extenso EOO, igual à 5409505km², constante presença em herbários, inclusive com coletas recentes, e ocorrência confirmada dentro dos limites de Unidades de Conservação de Proteção Integral. Apesar de alguns estudos reportarem o número de indivíduos no estado do Ceará, esses dados não são suficientes para a aplicação de os critérios que demandam o parâmetro. Adicionalmente, não existem dados sobre tendências populacionais que atestem para potenciais reduções no número de indivíduos maduros, além de não serem descritos usos potenciais ou efetivos que comprometam sua perpetuação na natureza. Assim, foi considerada como de Menor Preocupação (LC), demandando ações de pesquisa (distribuição, tendências e números populacionais) a fim de ampliar o conhecimento disponível e garantir sua sobrevivência na natureza.

Possivelmente extinta? Não
Histórico:
Ano da valiação Categoria
2012 LC

Perfil da espécie:

Obra princeps:

Descrita em: J. Bot. (Hooker) 4(31): 392, 1841. É reconhecida pelas folhas com 2–4 pares de pinas, cada qual com 2–5 pares de foliólulos, com nervação craspedódroma, nervuras secundárias da nervura central anastomosando com um nervura marginal contínua, inflorescências racemosas ou paniculadas, espiciformes, flores trímeras, diplostêmones, com filetes alvacentos (Barneby, 1991, Jordão et al., 2018). Popularmente conhecida como sabiá, unha-de-gato (Dutra et al., 2020) e sansão-do-campo (Carvalho, 2007).

Valor econômico:

Potencial valor econômico: Sim
Detalhes: A planta apresenta diversos usos (Carvalho, 2007), alguns dos quais que envolvem uso econômico.

População:

Flutuação extrema: Desconhecido
Detalhes: Em um trecho 9,5 km² em Igatu (CE), foram registradas 220 indivíduos da espécie (Lima e Coelho, 2015). Em um trecho 0,5 ha em Floriano (PI), foram registradas 158 indivíduos da espécie (Andrade et al., 2016).
Referências:
  1. Lima, B.G., Coelho, M.F.B., 2015. Estrutura do componente arbustivo-arbóreo de um remanescente de Caatinga no estado do Ceará, Brasil. Cerne 21: 665–672.
  2. Andrade, F.A.F., Alencar, N.L., Mendes, M.M.R., Lopes, C.G.R., 2016. Regeneração natural de uma área de cultivo abandonada há 21 anos no município de Floriano (PI), Brasil. Gaia Scientia 10, 4.

Ecologia:

Substrato: terrestrial
Forma de vida: tree, bush
Fenologia: perenifolia
Longevidade: perennial
Luminosidade: heliophytic
Biomas: Caatinga
Vegetação: Área antrópica, Caatinga (stricto sensu), Floresta Ciliar e/ou de Galeria
Habitats: 14.6 Subtropical/Tropical Heavily Degraded Former Forest, 2.1 Dry Savanna, 1.6 Subtropical/Tropical Moist Lowland Forest, 1.5 Subtropical/Tropical Dry Forest
Detalhes: Árvore ou arbusto com até 8 m de altura, heliófilo (Carvalho, 2007, Jordão et al., 2018). Ocorre na Caatinga, em Caatinga (stricto sensu) e Floresta Ciliar e/ou de Galeria (Dutra et al., 2020), mas tem sido amplamente cultivada pelo Brasil, tornando-se subspontânea em todos os Estados (Jordão et al., 2018).
Referências:
  1. Dutra, V.F., Morales, M., Jordão, L.S.B., Borges, L.M., Silveira, F.S., Simon, M.F., Santos-Silva, J., Nascimento, J.G.A., Ribas, O.D.S., 2020. Mimosa in Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. URL http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB18776 (acesso em 05 de outubro de 2021)
  2. Jordão, L.S.B., Morim, M.P., Baumgratz, J.F.A., 2018. Toward a Census of Mimosa (Leguminosae) in the Atlantic Domain, Southeastern Brazil. Syst. Bot. 43, 162–197.
  3. Carvalho, P., 2007. Sabiá, Mimosa caesalpiniifolia, (Circular Técnica). EMBRAPA 135, Novembro de 2007.

Reprodução:

Detalhes: A espécie é monoica e monóclina (Jordão et al., 2018), entomófila ou melitófila, e barocórica (Carvalho, 2007). Coletada com flores de janeiro a maio, julho, e setembro a dezembro; e com fruto em junho, agosto, outubro e dezembro (Jordão et al., 2018).
Síndrome de polinização: entomophily,melitophily
Dispersor: A espécie é autocórica, do tipo barocórica (Carvalho, 2007).
Síndrome de dispersão: barochory
Estratégia: iteropara
Sistema sexual: hermafrodita
Referências:
  1. Jordão, L.S.B., Morim, M.P., Baumgratz, J.F.A., 2018. Toward a Census of Mimosa (Leguminosae) in the Atlantic Domain, Southeastern Brazil. Syst. Bot. 43, 162–197.
  2. Carvalho, P., 2007. Sabiá, Mimosa caesalpiniifolia, (Circular Técnica). EMBRAPA 135, Novembro de 2007.

Ações de conservação (5):

Ação Situação
5.1.2 National level on going
A espécie ocorre no território de abrangência do Plano de Ação Nacional para a conservação da flora endêmica ameaçada de extinção do estado do Rio de Janeiro (Pougy et al., 2018).
Referências:
  1. Pougy, N., Martins, E., Verdi, M., Fernandez, E., Loyola, R., Silveira-Filho, T.B., Martinelli, G. (Orgs.), 2018. Plano de Ação Nacional para a conservação da flora endêmica ameaçada de extinção do estado do Rio de Janeiro. Secretaria de Estado do Ambiente-SEA: Andrea Jakobsson Estúdio, Rio de Janeiro. 80 p.
Ação Situação
5.1.2 National level on going
A espécie ocorre no território de abrangência do Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul para a conservação da flora melhorar o estado de conservação das espécies ameaçadas e dos ecossistemas das lagoas da planície costeira do sul do Brasil (ICMBio, 2018).
Referências:
  1. ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, 2018. Portaria nº 751, de 27 de agosto de 2018. Diário Oficial da União, 29/08/2018, Edição 167, Seção 1, p. 54. URL https://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/docs-pan/pan-lagoas-do-sul/1-ciclo/pan-lagoas-do-sul-portaria-aprovacao.pdf (acesso em 06 de outubro de 2021).
Ação Situação
5.1.2 National level on going
A espécie ocorre em Alta Floresta (MT), Marabá (PA) e Porto Velho (RO), municípios da Amazônia Legal considerados prioritários para fiscalização, referidos no Decreto Federal 6.321/2007 (BRASIL, 2007) e atualizado em 2018 pela Portaria MMA nº 428/18 (MMA, 2018).
Referências:
  1. BRASIL, 2007. Decreto Federal nº 6.321, de 21 de dezembro de 2007. Diário Oficial da União, 21/12/2007, Edição Extra, Seção 1, p. 12. URL http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6321.htm (acesso em 06 de outubro de 2021).
  2. MMA - Ministério do Meio Ambiente, 2018. Portaria MMA nº 428, de 19 de novembro de 2018. Diário Oficial da União, 20/11/2018, Edição 222, Seção 1, p. 74. URL http://http://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/50863140/do1-2018-11-20-portaria-n-428-de-19-de-novembro-de-2018-50863024 (acesso em 06 de outubro de 2021).
Ação Situação
5.1.2 National level needed
A espécie ocorre em territórios que poderão ser contemplados por Planos de Ação Nacional (PAN) Territorial, no âmbito do projeto GEF Pró-Espécies - Todos Contra a Extinção: Território PAT Meio Norte - 1 (MA, PA, TO), Território Campinas - 18 (SP), Território PAT São Paulo - 20 (SP), Território São João del Rei - 29 (MG), Território Vale do Paraíba - 30 (RJ), Território Rio de Janeiro - 32 (RJ), Território PAT Capixaba-Gerais - 33 (ES), Território Itororó - 35 (BA), Território PAT Cerrado Tocantins - 12 (TO), Território PAT Chapada Diamantina-Serra da Jiboia - 39/40 (BA), Território PAT Espinhaço Mineiro - 10 (MG).
Ação Situação
1.1 Site/area protection on going
A espécie foi registrada nas seguintes Unidades de Conservação: Área de Proteção Ambiental Baía de Todos Os Santos, Área de Proteção Ambiental Bonfim/Guaraíra, Área de Proteção Ambiental Chapada do Araripe, Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense, Área de Proteção Ambiental da Pedra Branca, Área de Proteção Ambiental da Região do Maracanã, Área de Proteção Ambiental da Serra de Baturité, Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses, Área de Proteção Ambiental de Cafuringa, Área de Proteção Ambiental de Tambaba, Área de Proteção Ambiental de Upaon-Açu/Miritiba/Alto Preguiças, Área de Proteção Ambiental Delta do Parnaíba, Área de Proteção Ambiental do Alto Iguaçu, Área de Proteção Ambiental do Planalto Central, Área de Proteção Ambiental do Rio Guandu, Área de Proteção Ambiental Lago de Sobradinho, Área de Proteção Ambiental Piquiri-Una, Área de Proteção Ambiental Piracicaba Juquerí-Mirim Área II, Área de Proteção Ambiental Pouso Alto, Área de Proteção Ambiental Serra da Ibiapaba, Área de Proteção Ambiental Serra da Meruoca, Área de Proteção Ambiental Sistema Cantareira, Área de Relevante Interesse Ecológico das Águas Emendadas dos Inhamuns, Monumento Natural do Rio São Francisco, Parque Estadual de Ilhabela, Parque Estadual do Bacanga, Parque Estadual Rio Negro Setor Sul, Parque Nacional da Furna Feia, Parque Nacional de Sete Cidades, Parque Nacional de Ubajara, Parque Natural Municipal de Niterói, Reserva Biológica de Pedra Talhada, Reserva Biológica de Sooretama, Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, Reserva Estadual de Desenvolvimento Sustentável Concha D´Ostra e Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Arte Verde.

Ações de conservação (6):

Uso Proveniência Recurso
2. Food - animal natural leaf
As folhas são de alto valor forrageiro (Carvalho, 2007).
Referências:
  1. Carvalho, P., 2007. Sabiá, Mimosa caesalpiniifolia, (Circular Técnica). EMBRAPA 135, Novembro de 2007.
Uso Proveniência Recurso
16. Other natural flower
A espécie é apícola por excelência, produzindo grande quantidade de pólen e abundante néctar, de que as abelhas são muito ávidas (Carvalho, 2007).
Referências:
  1. Carvalho, P., 2007. Sabiá, Mimosa caesalpiniifolia, (Circular Técnica). EMBRAPA 135, Novembro de 2007.
Uso Proveniência Recurso
7. Fuel natural stalk
A madeira é indicada para a produção de carvão vegetal, em função das suas boas características físico-químicas; é também recomendada para uso direto como fonte primária de energia, produzindo ótima lenha (Carvalho, 2007).
Referências:
  1. Carvalho, P., 2007. Sabiá, Mimosa caesalpiniifolia, (Circular Técnica). EMBRAPA 135, Novembro de 2007.
Uso Proveniência Recurso
9. Construction/structural materials natural stalk
A madeira é apropriada para usos externos, na forma de forquilhas, esteios, vergas e enxaimés quando as hastes da árvore primária ou suas vergônteas de rebento de tronco têm grande desenvolvimento. Apresenta excelente potencial para a produção não só de estacas, como também de mourões e de varas (Carvalho, 2007).
Referências:
  1. Carvalho, P., 2007. Sabiá, Mimosa caesalpiniifolia, (Circular Técnica). EMBRAPA 135, Novembro de 2007.
Uso Proveniência Recurso
3. Medicine - human and veterinary natural stalk
A casca é usada em infusões e usada como tônico no tratamento da bronquite. Como uso externo, o cozimento das cascas para estancar sangramentos e para lavagem de ferimentos (Carvalho, 2007). Outras aplicações na medicina têm sido pesquisadas, , como antimicóticos (Dias Silva et al., 2019).
Referências:
  1. Carvalho, P., 2007. Sabiá, Mimosa caesalpiniifolia, (Circular Técnica). EMBRAPA 135, Novembro de 2007.
  2. Dias Silva, M.J., Simonet, A.M., Silva, N.C., Dias, A.L.T., Vilegas, W., Macías, F.A. 2019. Bioassay-Guided Isolation of Fungistatic Compounds from Mimosa caesalpiniifolia Leaves. J. Nat. Prod. 82: 1496–1502.
Uso Proveniência Recurso
13. Pets/display animals, horticulture
A espécie é muito usada em recuperação e restauração ecológica e contenção de encostas e para proteger os morros desnudos (Carvalho, 2007).
Referências:
  1. Carvalho, P., 2007. Sabiá, Mimosa caesalpiniifolia, (Circular Técnica). EMBRAPA 135, Novembro de 2007.