Pablo Viany Prieto; Tainan Messina. 2012. Mauritia carana (ARECACEAE). Lista Vermelha da Flora Brasileira: Centro Nacional de Conservação da Flora/ Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
A espécie não é endêmica do Brasil, ocorrendo na Amazônia, nos Estados do Amazonas e Roraima (Leitman et al., 2012)
<i>Mauritia carana</i> ocorre em uma região extensa e ainda pouco perturbada da Amazônia brasileira, e pode formar grandes subpopulações.
Espécie descrita na obra Palm Trees Amazon 53. 1853. Conhecida vulgarmente como "caraná", "caraná-do-mato", "buritirana" e "maritirana" (Lorenzi et al., 2010).
| Ação | Situação |
|---|---|
| 1.2.1.1 International level | on going |
| A espécie foi considerada de baixo risco, mas dependente de medidas de conservação (LR/cd) em avaliação realizada pela IUCN em 1998 (IUCN, 2011). | |
| Uso | Proveniência | Recurso |
|---|---|---|
| Alimentício | ||
| Os frutos servem de alimento, transformados em suco doce (Lorenzi et al., 2010). | ||
| Uso | Proveniência | Recurso |
|---|---|---|
| Ornamental | ||
| A espécie é bastante ornamental, com potencial de uso paisagístico para regiões tropicais do país (Lorenzi et al., 2010). | ||
| Uso | Proveniência | Recurso |
|---|---|---|
| Confecção de ferramentas e utensílios | ||
| A madeira do estipe é forte e consistente, usada para confecção de diversos artefatos (Lorenzi et al., 2010). | ||
| Uso | Proveniência | Recurso |
|---|---|---|
| Confecção de ferramentas e utensílios | ||
| As folhas são utilizadas para cobertura de habitações (Lorenzi et al., 2010; Pezzuti; Chaves, 2009). | ||